Encontro-te no vento
virás abraçar-me como os ramos da árvore
e chegaremos ao coração da cidade
Ao meio-dia sei:
A distância do meu corpo ao teu grito
corresponde à do teu sopro ao meu ouvido -
eis a anatomia do silêncio
De tarde fico exausta:
Circulo pelas ruas e roço-me nas praças
À noite adormecemos:
Será que te lembras? Será que me lembro?
Amanhã alegro-me de novo:
Imagino a floresta, parto o espelho
e recomeço a ir ao teu encontro.
[Teresa Balté]





















Porque hoje a noite me parece uma invenção em aberto











A senhora que foi duas vezes mãe...
Que é loucura: ser cavaleiro andante







Às vezes, em dias de luz perfeita e exata,



Baby, compra o jornal vem ver o sol