Dizem que finjo ou minto tudo que escrevo. Não. Eu simplesmente sinto com a imaginação. Não uso o coração.
Tudo o que sonho ou passo, o que me falha ou finda, é como que um terraço sobre outra coisa ainda. Essa coisa é que é linda.
Por isso escrevo em meio do que não está ao pé, livre do meu enleio, sério do que não é. Sentir, sinta quem lê! [Fernando Pessoa, in "Cancioneiro]

Redes Sociais

https://www.facebook.com/danielle.manhaes --- Instagram: @danielle.manhaes @danielle.manhaes_psi

segunda-feira, 4 de maio de 2009

De Você

"Esse vidro fechado
E a grade no portão
Suposta segurança
Mas não são proteção
E quando o caos chegar
Nenhum muro vai te guardar
De você, de você, de você...
Protótico imperfeito
Tão cheio de rancor
É fácil dar defeito
É só lhe dar poder
E quando o caos chegar
Nenhum muro vai te guardar
De você, de você, de você...

Se tornam prisioneiros das posses ao redor.

Olhando por entre as grades o que a vida podia ser.

E é com a mão aberta que se tem cada vez mais.

A usura que te move só vai te puxar pra trás

Mas quando o caos chegar
Nenhum muro vai te guardar
De você, de você, de você..."
.
[Pitty]
^^

domingo, 3 de maio de 2009

Fragmentos




1
"Me quer ? Não me quer ? As mãos torcidas
os dedos
despedaçados um a um extraio
assim tira a sorte enquanto
no ar de maio
caem as pétalas das margaridas
Que a tesoura e a navalha revelem as cãs e
que a prata dos anos tinja seu perdão
penso
e espero que eu jamais alcance
a impudente idade do bom senso
2
Passa da uma
você deve estar na cama
Você talvez
sinta o mesmo no seu quarto
Não tenho pressa
Para que acordar-te
com o
relâmpago
de mais um telegrama
3
O mar se vai
o mar de sono se esvai
Como se diz: o caso está enterrado
a canoa do amor se quebrou no quotidiano
Estamos quites
Inútil o apanhado
da mútua dor mútua quota de dano
4
Passa de uma você deve estar na cama
À noite a Via Láctea é um Oka de prata
Não tenho pressa para que acordar-te
com relâmpago de mais um telegrama
como se diz o caso está enterrado
a canoa do amor se quebrou no quotidiano
Estamos quites inútil o apanhado
da mútua do mútua quota de dano
Vê como tudo agora emudeceu
Que tributo de estrelas a noite impôs ao céu
em horas como esta eu me ergo e converso
com os séculos a história do universo
5
Sei o puldo das palavras a sirene das palavras
Não as que se aplaudem do alto dos teatros
Mas as que arrancam caixões da treva
e os põem a caminhar quadrúpedes de cedro
Às vezes as relegam inauditas inéditas
Mas a palavra galopa com a cilha tensa
ressoa os séculos e os trens rastejam
para lamber as mãos calosas da poesia
Sei o pulso das palavras parecem fumaça
Pétalas caídas sob o calcanhar da dança
Mas o homem com lábios alma carcaça."


[Vladímir Maiakovski]
^^

A Criança em ruínas




"Fingir que está tudo bem: o corpo rasgado e vestido com roupa passada a ferro, rastos de chamas dentro do corpo, gritos desesperados sob as conversas: fingir que está tudo bem: olhas-me e só tu sabes: na rua onde os nossos olhares se encontram é noite: as pessoas não imaginam: são tão ridículas as pessoas, tão desprezíveis: as pessoas falam e não imaginam: nós olhamo-nos: fingir que está tudo bem: o sangue a ferver sob a pele igual aos dias antes de tudo, tempestades de medo nos lábios a sorrir: será que vou morrer?, pergunto dentro de mim: será que vou morrer?, olhas-me e só tu sabes: ferros em brasa, fogo, silêncio e chuva que não se pode dizer: amor e morte: fingir que está tudo bem: ter de sorrir: um oceano que nos queima, um incêndio que nos afoga."

[José Luis Peixoto]
^^

Do desespero Humano



"Aos olhos do mundo o perigo está em arriscar, pela simples razão de se poder perder. Evitar os riscos, eis a sabedoria. Contudo, a não arriscar, que espantosa facilidade de perder aquilo que, arriscando, só dificilmente se perderia, por muito que se perdesse, mas de toda a maneira nunca assim, tão facilmente, como se nada fora: a perder o quê? a si próprio. Porque se arrisco e me engano, seja! A vida castiga-me para me socorrer. Mas se nada arriscar, quem me ajudará? Tanto mais que nada arriscando no sentido mais lato ganho ainda por cima todos os bens desse mundo - e perco o meu eu."

[O desespero Humano - Kierkegaard]
^^

Ventos do Sul (sussuro)

Photobucket

"Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo."
.

[Pablo Neruda]

^^

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Diálogo


"Minhas palavras são a metade de um diálogo
obscuro continuando através de séculos impossíveis.
Agora compreendo o sentido e a ressonância
que também trazes de tão longe em tua voz.
Nossas perguntas e resposta se reconhecem
como os olhos dentro dos espelhos.
Olhos que choraram. Conversamos dos dois extremos da noite,
como de praias opostas. Mas com uma voz que não se importa...
E um mar de estrelas se balança entre o meu pensamento e o teu.
Mas um mar sem viagens."

.
[Cecília Meireles]

^^

domingo, 26 de abril de 2009

Vento

"(...) está hoje um dia de vento e eu gosto do vento. O vento tem entrado nos meus versos de todas as maneiras. Só entram nos meus versos as coisas de que gosto. O vento das árvores, o vento dos cabelos, o vento do universo, o vento do verão. O vento é o melhor veículo que conheço. Só ele traz operfume das flores. Só ele tráz a musica que jaze á beira-mar em agosto. Mas só hoje soube o verdadeiro valor do vento. O vento actualmente vale oitenta escudos. Partiu-se o vidro grande da janela do meu quarto"
___________________________________________@Ruy Belo

"Se você for, vou te esperar

Com o pensamento que só fica em você

.

Aquele dia, um algo mais

Algo que eu não poderia prever

Você passou perto de mim

Sem que eu pudesse entender

Levou os meus sentidos todos pra você

.

Mudou a minha vida e mais

Pedi ao vento pra trazer você aqui

Morando nos meus sonhos e na minha memória

Pedi ao vento pra trazer você pra mim

.

Vento traz você de novo

O Vento faz do meu mundo um novo

E voe por todo o mar e volte aqui

E voe por todo o mar e volte aqui

Pro meu peito..."

Jota Quest - [Composição: Márcio Buzelin]

^^

Mais de Mim - III


Gosto de chuva e do frio, gosto de suco (uva, laranja, manga sempre...), não gosto que me acordem bruscamente... gosto de acordar de mansinho, gosto do entardecer, não gosto de fotos nas molduras, gosto das sirenes dos faróis, gosto de olhar horas e horas pro mar, não gosto de prédios, gosto de gaivotas, gosto de Drumont e do Pessoa, gosto de "farturadas", não gosto de injustiça, gosto de ler vários livros juntos e compará-los, não gosto de estrada, gosto de viagens, gosto da lua em quarto crescente, não gosto de cerveja, gosto de vinho branco suave, gosto da liberdade, gosto de ficar abraçada, gosto de "voar" em meus pensamentos, gosto de chocolate branco, gosto de poesia, não gosto de ser "obrigada" a fingir e mentir, não gosto da minha timidez, gosto dos poucos amigos sinceros que tenho, não gosto do meu cabelo (ele me odeia), gosto das fachadas antigas, gosto de ficar em casa assistindo à filmes de suspense, gosto de objetos de vidro, não gosto de comer alface, gosto de fogos de artifício, gosto de tudo muito colorido, gosto de beijos roubados que me deixam sem ar, não gosto de esperar, gosto de deitar-me no chão que a terra dá, gosto de ouvir música alta, gosto de olhar nos olhos, não gosto da cor marrom, gosto de história verossímil, gosto de jeans, não gosto de pessoas previsíveis, gosto de ouvir os sinos e o timbre grave da voz, gosto de fantasias, não gosto de isônia, gosto das minhas mudanças constantes e, sobretudo, da ideia de não saber o que eu vou gostar ou não daqui pra frente ...
^^

Um pouco de Jacques Prévert

Após o sucesso da sua primeira coletânea de poesias, Paroles (1946), Prévert torna-se um grande poeta popular, graças à sua linguagem familiar, seu senso de humor, seus hinos à liberdade e ao jogo que faz com as palavras. Seus poemas passam a serem estudados em todas as escolas francesas do mundo, conquistando o reconhecimento internacional.



"Para pintar o retrato de um pássaro.
Primeiro pinte uma gaiola
com a porta aberta.
Depois pinte
algo gracioso
algo simples
algo bonito
algo útil
para o pássaro.
Então encoste a tela a uma árvore
em um jardim
em um bosque
ou em uma floresta.
Esconda-se atrás da árvore
sem falar
sem se mover...
Às vezes o pássaro aparece logo
mas ele pode demorar muitos anos
antes de se decidir.
Não desanime.
Espere.
Espere durante anos, se for necessário.
A rapidez ou a lentidão do pássaro
não influi no bom resultado do quadro.
Quando o pássaro aparecer
se ele o fizer
observe no mais profundo silêncio
até ele entrar na gaiola
e quando ele assim agir
delicadamente feche a porta com o pincel.
Então,
apague uma a uma todas as grades
tomando cuidado para não tocar na plumagem do pássaro.
Em seguida, pinte o retrato de uma árvore
escolhendo o mais bonito de seus galhos
para o pássaro.
Pinte também a folhagem verde e o frescor do vento
o dourado do sol
e a algazarra das criaturas, na relva,
sob o calor do verão.
E então espere até que o pássaro decida cantar.
Se ele não cantar
é um mau sinal,
um sinal de que a pintura está ruim.
Mas se ele cantar é um bom sinal
um sinal de que você pode assinar.
Então, com muita delicadeza,
você arranca
uma das penas do pássaro
e escreve seu nome em um canto do quadro. "
.
.
[Jacques Prévert]

^^

quinta-feira, 23 de abril de 2009

E quanto a mim

"Escutei alguém abrir os portões
Encontrei no coração multidões.
Meu desejo e meu destino brigaram como irmãos
E a manhã semeará outros grãos.
Você estava longe, então
Por que voltou?
Seus olhos de verão
Que [não] vão entender?!
E quanto a mim, te quero, sim
Vem dizer que você não sabe?
E quanto a mim, não é o fim
Nem há razão pra que um dia acabe...
Cada um terá razões ou arpões
Dediquei-me às suas contradições, fissões, confusões...
Meu desejo, seu bom senso, raivosos feito cães
E a manhã nos proverá outros pães.
Somos dois contra a parede e tudo tem três lados
E a noite arremessará outros dados...

E quanto a mim, te quero, sim
Vem dizer que você não sabe?
E quanto a mim, não é o fim
Nem há razão pra que um dia acabe.
Você estava longe, então
Por que voltou?"
.
Seus olhos de verão
Já me entenderam...


^^

quarta-feira, 22 de abril de 2009

[...]

"Para os lugares que me faltam no interior do sono
tenho metáforas
ao falar do sabor que o vento deixa nos lábios
quando a voz tropeça nas sílabas
eu serei sempre a que abre as palavras na garganta."
[Maria sousa]

^^

Everybody's Fool

...
...
...
"Perfeita por natureza
Ícones de indulgência própria
Exatamente o que todos nós gostaríamos de ser...
Veja, aí vem ela agora
Curvando-se e com os olhos pensativos
[Oh! Como nós a amamos]
Sem defeitos quando você está fingindo...
Nunca foi e nunca será.
Você não tem vergonha,
você não me nota aqui na sua frente?
Você sabe que faz todo o mundo de tolo.
Sem a máscara
Onde é que você vai se esconder?
Não consegue encontrar a si mesma,
Perdida em suas próprias mentiras
Nunca foi e nunca será.
Você não sabe o quanto nos traiu
Você sabe que fez todo mundo de idiota.
O dinamismo dos modelos sociais pode se unir
nas grandes manifestações populares e assim esses modelos tornam-se apenas registros
e tudo é reduzido à idéia do Uno."
.
.


[Composição: Amy Lee / Ben Moody / David Hodges]
^^

segunda-feira, 20 de abril de 2009

A Vida Bate


"Não se trata do poema e sim do homem
e sua vida
- a mentida, a ferida, a consentida
vida já ganha e já perdida e ganha
outra vez.
Não se trata do poema e sim da fome
de vida,
o sôfrego pulsar entre constelações
e embrulhos, entre engulhos.
Alguns viajam, vão
a Nova York, a Santiago
do Chile. Outros ficam
mesmo na Rua da Alfândega, detrás
de balcões e de guichês.
.
Todos te buscam, facho
de vida, escuro e claro,
que é mais que a água na grama
que o banho no mar, que o beijo
na boca, mais
que a paixão na cama.
Todos te buscam e só alguns te acham. Alguns
te acham e te perdem.
Outros te acham e não te reconhecem
e há os que se perdem por te achar,
ó desatino
ó verdade, ó fome
de vida!
.
O amor é difícil
mas pode luzir em qualquer ponto da cidade.
E estamos na cidade
sob as nuvens e entre as águas azuis.
A cidade. Vista do alto
ela é fabril e imaginária, se entrega inteira
como se estivesse pronta.
Vista do alto,
com seus bairros e ruas e avenidas, a cidade
é o refúgio do homem, pertence a todos e a ninguém.
Mas vista
de perto,
revela o seu túrbido presente, sua
carnadura de pânico: as
pessoas que vão e vêm
que entram e saem, que passam
sem rir, sem falar, entre apitos e gases. Ah, o escuro
sangue urbano
movido a juros.
São pessoas que passam sem falar
e estão cheias de vozes
e ruínas . És Antônio?
És Francisco? És Mariana?
Onde escondeste o verde
clarão dos dias? Onde
escondeste a vida
que em teu olhar se apaga mal se acende?
E passamos
carregados de flores sufocadas.
Mas, dentro, no coração,
eu sei,
a vida bate. Subterraneamente,
a vida bate.
.
Em Caracas, no Harlem, em Nova Delhi,
sob as penas da lei,
em teu pulso,
a vida bate.
E é essa clandestina esperança
misturada ao sal do mar
que me sustenta
esta tarde
debruçado à janela de meu quarto em Ipanema
na América Latina."
.
[Ferreira Gullar]
^^

domingo, 19 de abril de 2009

[Humanos]


"Acabara por fazer concessões: «Tem um certo quê…» Seria a boca? Não. A boca era grande e de desenho comum. O nariz? Também não. Era comprido e delgado. Eram, então, os olhos. Pretos e serenos, não se distinguiam pela vivacidade, pela mobilidade ou por algum brilho raro. Eram os olhos para os quais ao cabo de algumas reflexões Eugénio só achou um qualificativo: humanos. Envolviam mornamente a pessoa ou objecto em que se fixavam, davam uma ideia de profundidade insondável e principalmente de compreensão. Pareciam enxergar além das coisas com uma penetração que nada tinha de indiscreto ou agressivo."

[In Olhai os Lírios do Campo - Erico Veríssimo]

^^

The Look Of Love


"O olhar do amor está nos seus olhos
O olhar que seu sorriso não consegue disfarçar
O olhar do amor está dizendo muito mais coisas
Que qualquer palavra poderia dizer
E o que o meu coração ouviu
Bem, tira o meu fôlego
.
Mal posso esperar pra te abraçar
Sentir meus braços ao seu redor
Quanto tempo esperei
Esperei só pra te amar
Agora que te encontrei
.
Você tem o olhar do amor
Está na sua cara
Um olhar que o tempo não pode apagar
Seja meu essa noite
Deixe isso ser apenas o começo
De muitas noites como essa
Vamos fazer um juramento de amantes
E então selar com um beijo
I can hardly wait to hold you."
.
[Diana Krall]
.
^^

Desenvolvimento Humano - ao pé da letra

Nascer Respirar Chorar Sugar Dormir Comer Defecar Urinar Sorrir Palrar Rir Gatinhar Berrar Brincar Andar Bater Correr Olhar Perguntar Falar Dançar Cantar Gritar Ler Escrever Mentir Fugir Enganar Namorar Acreditar Beijar Sofrer Sonhar Desesperar Tocar Revoltar Expressar Pintar Sentir Apaixonar Odiar Amar Tocar Arrepiar Beber Ver Apalpar Gozar Conduzir Casar Partir Juntar Trabalhar Viajar Resmungar Preocupar Ralhar Saborear Passear Apreciar Ouvir Contar Recordar Suspirar Descansar Doer Perder Contemplar Morrer Desaparecer.

Eu sei, eu quis...

"Eu fui matando os meus heróis aos poucos
Como se já não tivesse
Nenhuma lição pra aprender
Eu sou uma contradição e foge da minha mão
Fazer com que tudo que eu digo faça algum sentido...
Eu quis me perder por aí fingindo muito bem
Que eu nunca precisei de um lugar só meu.
Eu dou sempre o melhor de mim
E sei que só assim é que talvez
Se mova alguma coisa ao meu redor."

Absurdo!

"Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus — ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não."
[Manuel Bandeira]

Saber o motivo das coisas é uma tortura que sempre quero respirar. Até porque respirar a mágica dos absurdos sempre me tirou todo e qualquer resquício de ar. Apetece-me quebrar todos os relógios, perder totalmente a dimensão temporal de tudo. Enfim, as palavras escapam de qualquer vã tentativa de captura. Eu fico aqui com as músicas que me deixam no chão branco, enquanto as horas morrem lentamente.

E já é domingo. É um absurdo existirem tantos domingos em um ano [e em uma vida] quando não se tem o que fazer, quando não se tem com quem fazer...

^^

Domingo

Deve existir alguma teoria filosófica - metafísica - astrológica - histórica - cultural que explique o porquê de os domingos serem tão chatos e solitários. O cinema e a música nunca me servem de companhia nesses dias. Não sei porque eu ainda insisto.

^^

Estudo

Porque estudar Epistemologia de madrugada tem lá suas vantagens. E eu entendo a angústia inerente ao ser-no-mundo. Fato que mais uma noite em claro não me permite prolongar. Acho que estudar Comte (Positivismo), Kant e Husserl (Fenomenologia), me faz muito bem, obrigada.

^^