Dizem que finjo ou minto tudo que escrevo. Não. Eu simplesmente sinto com a imaginação. Não uso o coração.
Tudo o que sonho ou passo, o que me falha ou finda, é como que um terraço sobre outra coisa ainda. Essa coisa é que é linda.
Por isso escrevo em meio do que não está ao pé, livre do meu enleio, sério do que não é. Sentir, sinta quem lê! [Fernando Pessoa, in "Cancioneiro]
Tudo o que sonho ou passo, o que me falha ou finda, é como que um terraço sobre outra coisa ainda. Essa coisa é que é linda.
Por isso escrevo em meio do que não está ao pé, livre do meu enleio, sério do que não é. Sentir, sinta quem lê! [Fernando Pessoa, in "Cancioneiro]
Redes Sociais
https://www.facebook.com/danielle.manhaes
--- Instagram: @danielle.manhaes @danielle.manhaes_psi
domingo, 1 de dezembro de 2013
sábado, 23 de novembro de 2013
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Simples assim...
A graça da coisa está justamente nas desimportâncias. Quanto menos obsessão por elogios, por cargos e por poder, mais livre ficamos para reparar nas pequenas nuances por trás das afetações. A graça da coisa não tem assento reservado em camarote Vip nem lugar no pódio dos campeões, ela é simplesmente a piada espontânea surgida nos bastidores.
É só desempinar o nariz.
[Martha Medeiros]
^^
sábado, 9 de novembro de 2013
terça-feira, 5 de novembro de 2013
domingo, 3 de novembro de 2013
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Trajetória
Seja qual for o caminho que optarmos seguir, haverá altos e baixos. E isso é tudo. Se fizermos uma auditoria em nossas vidas, em algum momento questionaremos: “e se eu tivesse feito diferente?”. O diferente teria sido melhor e teria sido pior. Então o jeito é curtir nossas escolhas e abandoná-las quando for preciso, mexer e remexer na nossa trajetória, alegrar-se e sofrer, acreditar e descrer, que lá adiante tudo se justificará, tudo dará certo.
[Martha Medeiros]
^^
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
domingo, 20 de outubro de 2013
Independência
Independência nada mais é do que ter poder de escolha. Conceder-se a liberdade de ir e vir, atendendo suas necessidades e vontades próprias, mas sem dispensar a magia de se viver um grande amor. Independência não é sinônimo de solidão. É sinônimo de honestidade: estou onde quero, com quem quero, porque quero.
[Martha Medeiros]
^^
sábado, 19 de outubro de 2013
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Em algum lugar
A felicidade precisa estar onde nós estamos, não importa quantos sonhos ainda temos para passar a limpo com as nossas ações. Não importa o tanto de realizações que ainda podemos concretizar. Não importa quantas pendências nos aguardam. Ou ela está onde nós estamos ou não está em lugar nenhum.
[Ana Jácomo]
^^
domingo, 13 de outubro de 2013
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
O que fazer do meu amor?
O que me dá raiva não é que você fez de errado, nem seus muitos defeitos, nem você ter me deixado, nem seu jeito fútil de falar da vida alheia, nem o que eu não vivi aprisionado em sua teia. O que me dá raiva são as flores e os dias de sol, são os seus beijos, e o que eu tinha sonhado pra nós. São seus olhos e mãos, e seu abraço protetor. É o que vai me faltar. O que fazer do meu amor?
[Leoni]
^^
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
sábado, 5 de outubro de 2013
sábado, 28 de setembro de 2013
Das voltas que o mundo dá...
Mas então o mundo mudou, tudo foi ficando mais rápido, fácil, dinâmico, moderno, fugaz. E no lugar daquela câmera com rolo 24 poses e flash acoplado, temos celulares que fotografam e imediatamente postam fotos cheias de filtros e efeitos nas redes sociais. Tudo muito luxuoso, prático e indolor. E não percebemos o quanto mudamos também. Porque esquecemos o tempo em que tínhamos que esperar as 36 poses serem gastas _ com dignidade, parcimônia e comedimento_ para depois saber se saímos bem ou não na foto. Esquecemos como tudo era mais lento, simples, arcaico e até romântico...
Então é de se esperar que a gente acredite que a vida tenha adquirido esse molejo também. E passamos a exigir da vida _ coitada!_ o swing das câmeras digitais. E começamos a cobrar do amor_ esse culpado!_ a eficácia dos flashes embutidos. E ficamos indignados com a vida e emburrados com o amor quando eles não têm essa rapidez, categoria, design e evolução. Como se tudo fosse descartável, substituível, soft e clean. Esquecemos que os tempos mudaram, mas aqui dentro continuamos precários. Muito precários.
[Fabíola Simões, "A soma de todos os afetos"]
^^
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)



















