Dizem que finjo ou minto tudo que escrevo. Não. Eu simplesmente sinto com a imaginação. Não uso o coração.
Tudo o que sonho ou passo, o que me falha ou finda, é como que um terraço sobre outra coisa ainda. Essa coisa é que é linda.
Por isso escrevo em meio do que não está ao pé, livre do meu enleio, sério do que não é. Sentir, sinta quem lê! [Fernando Pessoa, in "Cancioneiro]

4.5.09

De Você

"Esse vidro fechado
E a grade no portão
Suposta segurança
Mas não são proteção
E quando o caos chegar
Nenhum muro vai te guardar
De você, de você, de você...
Protótico imperfeito
Tão cheio de rancor
É fácil dar defeito
É só lhe dar poder
E quando o caos chegar
Nenhum muro vai te guardar
De você, de você, de você...

Se tornam prisioneiros das posses ao redor.

Olhando por entre as grades o que a vida podia ser.

E é com a mão aberta que se tem cada vez mais.

A usura que te move só vai te puxar pra trás

Mas quando o caos chegar
Nenhum muro vai te guardar
De você, de você, de você..."
.
[Pitty]
^^

4 comentários:

P. José disse...

Dani, doce Dani!

Por onde andas que não te vejo?
Saudades dos nossas conversas polêmicas.
Um dia eu consigo tirar vc do sério. rsrsrssr...

Abraços gatinha!

Camilla Angelo disse...

adorei seu blog
principalmente os poemas de mário quitana espalhados
adooooro ele

visite o meu blog

bjo

°•~ ∂ąnnι °•~ disse...

Obrigada Camilla.
Visitarei com certeza!

Bjs!

°•~ ∂ąnnι °•~ disse...

Querido José,

Não adianta! Vc não conseguirá me tirar do sério nuncaaaa... rsrsrs

Quero ver agora, no brasileirão se seu timinho consegue pelo menos sair do lugar.

Obrigada pelo "doce".
As vascaínas são doces, mais na medida certa.

É como se nós fôssemos chocolate, e as flamenguistas docinho de côco(acento pode ser modificado que não interfere no resultado) com muito açúcar... rsrsrs. Enjoadiiiinha...


Bjs!

=)